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quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Três Pilares Para Um Lar Feliz


"Com sabedoria se constrói (edifica) a casa, e com discernimento se consolida (tornar sólido e estável). Pelo conhecimento os seus cômodos se enchem do que é precioso e agradável. O homem sábio é poderoso, e quem tem conhecimento aumenta a sua força." Provérbios 24.3-5 NVI Joyce Meyer

Existem três fundamentos ou pilares que sustentam um lar feliz:

1º) Sabedoria: Depois de entender a Palavra, é colocar em prática tudo o que a Palavra de Deus nos ensina. Pois, o sábio sabe que a Palavra de Deus é o meio pelo qual haverá um despertar de temor de Deus em sua vida, por isso fica atento a toda instrução nela contida.

"O temor do SENHOR é o princípio do saber, mas os loucos desprezam a sabedoria e o ensino." Provérbios 1.7 RA

Andar em insensatez, a própria Palavra de Deus diz, é LOUCURA.

2º) Discernimento: Habilidade de entender e absorver a Palavra de Deus para a vida cotidiana.

Quem procura absorver os ensinamentos da Palavra de Deus estará guardado.

"O bom senso (capacidade de julgar o que é bom e o que é mal) o guardará, e o discernimento o protegerá." Provérbios 2.11 NVI

Por isso, precisamos treinar nossa alma para discernir e absorver somente àquilo que nos faz crescer.

3º) Conhecimento: Esse conhecimento não é do intelecto, ele vem mediante a exposição diária à Palavra de Deus.

"O meu povo foi destruído por falta de conhecimento. Uma vez que vocês rejeitaram o conhecimento, eu também os rejeito como meus sacerdotes; uma vez que vocês ignoraram a lei do seu Deus, eu também ignorarei seus filhos." Oseias 4.6 MVI

A falta de conhecimento é tão agravante que coloca toda à família entregue ao acaso.
Deus quer cuidar da nossa família, mas isso ocorre mediante a observação de sua Palavra e a aplicação da mesma em nosso lar.

Salomão, o homem mais sábio que já existiu, poderia ter falado de outras coisas que sustentam uma casa, mas sabiamente, ele listou esses três pilares para nós.

Tem muitos casais ou pessoas que estão pensando em se casar, equivocados sobre o que sustenta um casamento. Muitas pessoas acham que o que sustenta um casamento é o AMOR e/ou o SEXO. Amor e Sexo são sim importantes em um relacionamento conjugal, pois a própria Palavra de Deus nos afirma sobre isso:

"Assim, permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porém, é o amor." I Coríntios 13.13 NVI

Ou seja, tudo acaba ou passa, mas o amor durará para sempre, porque Deus é amor (I João 4.16), e quando o Senhor é a pessoa que une o casal, esse amor nunca vai acabar, porque será sempre regado para que nunca morra.

Outro versículo:

"Ah, se ele me beijasse, se a sua boca me cobrisse de beijos... Sim, as suas carícias são mais agradáveis que o vinho. A fragrância dos seus perfumes é suave; o seu nome é como perfume derramado. Não é à toa que as jovens o amam! Leve-me com você! Vamos depressa! Leve-me o rei para os seus aposentos! Estamos alegres e felizes por sua causa; celebraremos o seu amor mais do que o vinho. Com toda a razão você é amado!" Cântico dos Cânticos 1.1-4 NVI

Vivemos em um tempo que o pecado sexual é desenfreado e aceito, mas o Senhor o instituiu como fonte de prazer e entrega no matrimônio, como está descrito para nós na Palavra de Deus.

Mas, contudo, não podemos contar apenas com isso para termos um lar bem sólido na felicidade que Deus, o Senhor, quer que desfrutamos.

Naquele tempo, as pessoas se casavam e aprendiam a amar um ao outro, e esperavam ficar juntos o resto da vida. Hoje em dia, as pessoas aprendem a amar um ao outro e se casam, e esperam ficar juntos até que o amor acabe ou os filhos cresçam.

Esse não é o projeto de Deus para a família!! Esse é o pesadelo maléfico que satanás tem movido para as famílias!!

Como pessoas que querem construir um lar bem edificado e feliz, precisamos aprender a edificar nosso lar de forma correta, no princípio que a Palavra de Deus nos ensina.

"Pois o SENHOR é quem dá sabedoria; de sua boca procedem o conhecimento e o discernimento." Provérbios 2.6 NVI


Graça e Paz vos sejam multiplicadas.
Prª Nínive Alves.
Deus vos abençõe em nome de Jesus!!!

domingo, 21 de abril de 2013

Como Mudar as Irritações no Casamento




Atualmente, a maioria das pessoas que estão casadas estão insatisfeitas e irritadas com o cônjuge. Desejam e esperam uma mudança em seu cônjuge, porém, costumam se manifestar de forma errada, provocando maior prejuízo ao relacionamento, e por muitas vezes, terminando em divórcio.

Mas, o que está acontecendo com os casamentos? Onde está o problema? Se meu cônjuge mudasse então viveríamos bem... Talvez essa fosse a resposta de muitos, mas na realidade, o problema está bem longe disso.

Três fatores influenciam a falta de êxito nos relacionamentos conjugais:
1. Começamos da maneira errada.
2. Não entendemos o poder do amor.
3. Não sabemos comunicar de forma eficaz o desejo de ver mudanças no cônjuge.

A maioria dos casados, tentam dar uma forma ao seu cônjuge, segundo àquilo que é benéfico para eles e que segundo o "seu entendimento" é o padrão de marido/esposa ideal. Ou seja, partem para a manipulação! O ser humano não foi criado para ser dominado, ao contrário disso, o ser humano foi criado para dominar.

"Criou Deus o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.
Deus os abençoou, e lhes disse: 'Sejam férteis e multipliquem-se! Encham e subjuguem a terra! Dominem sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se movam pela terra'." Gênesis 1.27-28 

Deus não criou o homem para dominar ou manipular sua esposa, nem a mulher para dominar ou manipular seu marido. Ninguém foi criado para viver sob jugo. Toda e qualquer forma de manipulação, gerará sempre ressentimentos, e depois da "mudança", o estado do casamento ficará pior.

Ressentimentos são feridas que afastam pessoas.

Então, como vencer essas crises no casamento?

1. Comece da maneira certa

Saiba fazer a abordagem ao seu cônjuge. Não se direcione a ele com quatro pedras na mão, pronto para atacá-lo. Ele/Ela não é seu inimigo, nem rival. Ele/Ela é a sua carne (Gênesis 2.24).

Talvez seja mais fácil dizer assim: "Se meu cônjuge não agisse dessa forma, eu não falaria isso e nem agiria assim" ou "Apenas sou desse jeito porque ele/ela me trata assim".

Jesus nos ensinou um princípio bem interessante em Mateus 7.3-5:

Por que é que você vê o cisco que está no olho do seu irmão e não repara na trave de madeira que está no seu próprio olho? Como é que você pode dizer ao seu irmão: “Me deixe tirar esse cisco do seu olho”, quando você está com uma trave no seu próprio olho? Hipócrita! Tire primeiro a trave que está no seu olho e então poderá ver bem para tirar o cisco que está no olho do seu irmão.”


Parafraseando a citação de Jesus e direcionando para o relacionamento conjugal, podemos aplicar o princípio de começar da maneira certa assim:

“Marido/Esposa, por que você repara no cisco que está no olho da sua esposa/esposo, mas não se dá conta da viga que está em seu próprio olho? Hipócrita, tire primeiro a viga do seu olho, então você verá claramente para remover o cisco do olho do seu cônjuge”.

O princípio é claro: precisamos começar com a viga que está em nosso próprio olho.
Todo mundo precisa mudar em alguma coisa. Não existem cônjuges perfeitos.

Somos tendenciosos a ver os defeitos do outro antes de tratarmos nossas debilidades. Muitos casais vêem um cisco no olho de seus parceiros(as)  e tentam removê-lo lançando uma sugestão. Quando isso não funciona, pedem abertamente uma mudança. Quando essa abordagem encontra resistência, exigem a mudança em tom de ameaça. Por fim, partem para a intimidação e manipulação. Assim, se você deseja, de fato, ver seu cônjuge mudar, precisa começar tratando dos próprios defeitos.

2. Viva o poder do amor

Somos egocêntricos por natureza, isso explica a nossa vontade de querer mudar o cônjuge. Nisso revela o desejo que temos de suprir uma necessidade interna, porém, jamais teremos bons relacionamentos se buscarmos suprir apenas nossas necessidades.

Os relacionamentos bem-sucedidos requerem interesse no bem-estar do outro.

Podemos descrever a palavra AMOR como a atitude centrada no outro, ou seja, é pegarmos o desejo natural de suprir nossas necessidades e o voltarmos para fora, para o outro, esforçando-nos da mesma forma para suprir as necessidades dele.

Precisamos entender que, em um relacionamento conjugal, não há nada mais importante que o amor.

 "E não nos cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos, se não desanimarmos." Gálatas 6.9 - NVI

Não podemos desanimar, precisamos promover sempre o bem-estar conjugal, pois certa é a nossa colheita.
Onde há amor, as mudanças são inevitáveis. Sem amor, as mudanças positivas são muito raras.

E este é o poder do amor: Amor gera Amor!

Identifique a Linguagem do Amor de seu cônjuge. Existem cinco linguagens pelas quais as pessoas são conquistadas:

a) Palavras de Afirmação
    Essa linguagem focaliza os aspectos positivos e expressam com apreciação as qualidades do cônjuge. Isso o motivará a aprimorar seu comportamento, pois as palavras de afirmação  levará o cônjuge a se sentir amado(a).
     Palavras de afirmação vivificam, palavras de condenação matam.

b) Presentes
   Presentes para esse cônjuge são provas físicas e visíveis de consideração e carinho. O importante não é o valor do presente, mas a consideração que ele/ela demonstra. Em muitas culturas, presentes são expressões de amor.

c) Atos de Serviço
    Fazer algo que esteja empenhado o serviço para seu cônjuge é uma expressão profunda de amor. Ao fazer algo que ele aprecie, estará comunicando claramente seu amor.

d) Tempo de Qualidade
    Dedicar tempo de qualidade ao seu Cônjuge é prestar atenção total a ele/ela. Esta é uma linguagem de amor poderosa.

e) Toque Físico
    No casamento, o toque físico é uma das linguagens fundamentais do amor. Qualquer toque, desde que seja afetuoso, é uma expressão profunda de amor.

A chave para criar um ambiente emocional positivo no casamento é aprender a falar a linguagem do amor predominante um do outro e usá-la regularmente.


3. Comunique com eficácia as mudanças

Depois de tratarmos nossos erros e descobrirmos a linguagem de amor de nosso cônjuge e a colocarmos em prática, precisamos aprender a comunicar as mudanças que tanto desejamos em nosso cônjuge.

Primeiro, precisamos fazer uma lista de algumas coisas que, ao nosso ver, poderiam ser diferentes em nosso cônjuge. Precisamos ser específicos, afirmações gerais não funcionam, e sigamos as três sugestões abaixo descritas:

a) Escolha o Momento
    Se prepare para pedir uma mudança ao seu cônjuge. Escolha a hora e o lugar, e seja sensível ao estado emocional dele. Nunca exponha ele/ela em público.

b) Não Exagere nas Críticas
    Não acumule queixas, tornando esse momento como uma erupção de críticas destrutivas. Overdose de críticas quase sempre não tem resultados positivos.

c) Elogie Antes de Pedir
    Os elogios tornam os pedidos de mudança mais agradáveis ao paladar. Sempre reconheça os esforços do cônjuge para melhorar e ao elogiar suas características positivas, você o motivará a fazer outras mudanças    

Mas, o que fazer sobre as milhares de coisinhas irritantes que vão aparecendo ao longo dos anos da vida de casados? 
Sabemos que alguns cônjuges são extremamente irritantes, são a mosca na sopa da união conjugal. Porém, sempre precisamos e devemos mudar em todos os aspectos possíveis para agradar um ao outro. Se fizermos isso, tornaremos a vida mais fácil um para o outro e encontraremos harmonia no casamento. Se nossos pensamentos e atitudes forem contrário a isso, seremos pessoas infelizes no casamento, pois nos casamos para fazermos um ao outro feliz, este é o objetivo do casamento.

E, quanto àquilo que o cônjuge não muda?
Precisamos ACEITAR que existem certas coisas, que o cônjuge não pode ou não quer mudar, não importa qual dos dois. E se quisermos desfrutar de uma convivência conjugal vitoriosa precisamos nos conscientizar que "o amor aceita algumas imperfeições".

"(O amor) tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta" I Coríntios 13.7 - NVI


O amor é expresso de muitas maneiras diferentes, mas um fator é sempre o mesmo: o amor dá." Joyce Meyer


Graça e Paz.
Pastora Nínive Alves.
Deus amplie sua visão para viver o poder do amor na família.
Baseado no Livro "Como mudar o que mais irrita no casamento" - Gary Chapman.

quinta-feira, 21 de março de 2013

OS QUATRO ALICERCES DO CASAMENTO


O casamento é uma aliança entre o homem e a mulher que nasceu no coração de Deus para abençoar e beneficiá-los. O plano original de Deus era que o homem e a mulher se tornassem uma só carne por toda vida.

Em Gênesis 2:24-25 Deus estabelece quatro alicerces para um casamento bem sucedido, debaixo do governo dEle, e se esses alicerces não estiverem em perfeito ajuste acabará culminando no rompimento  da aliança.

Vejamos esses alicerces:

1.  DEIXAR: É sair; é entender que a nova aliança que está sendo feita deve ser mais importante do que os laços anteriores. (Vínculo principal)
a. Deixar emocional: é não permitir que as influências, contaminações, do relacionamento antigo (pais, irmãos e amigos) entrem no novo relacionamento. Ex: Palpites, conselhos errados, etc.  
 b. Deixar geográfico: é o sair físico da casa dos pais. É preciso entender que mudou a localidade. Quem casa, quer casa.
c. Deixar financeiro: É o marido assumir o seu papel de principal provedor, e a mulher assumir o papel de auxiliadora, e ambos buscarem o recurso do sustento para dentro do lar. Os seus pais não têm que custear o arroz e o feijão. Sustentar é diferente de abençoar.
d. Deixar o individualismo: É renunciar a individualidade, o egocentrismo, a imparcialidade. Ex: “o que é meu é meu, o que é seu é seu”; “Eu sou eu, você é você”. Tudo é dos dois.

Deixar o individualismo é fazer o outro feliz, não apenas você.
Casamos-nos para fazermos o outro feliz, não para sermos felizes. À medida que você promove a felicidade do outro (comprando um bombom, uma flor, dizer palavras bonitas, limpando a casa, tirando um tempo pra sair juntos, dando beijos e abraços) você se torna feliz.
Fazer a vida do meu cônjuge melhor é a base do amor.

2.   UNIR: É juntar num acordo ou pacto; é aliar-se; é cimentar; é combinar os esforços e pensamentos que resultarão num relacionamento melhor.
Um dos maiores problemas que todo casal passa por ele, é a confusão entre as palavras unidade e uniformidade.
Uniformidade é aderir à mesma forma. (A forma do outro)
Quando nos casamos queremos e exigimos que o cônjuge tenha o padrão de comportamento que nós achamos que é o ideal, isto é egoísmo. Esquecemos que ambos somos diferentes, e que cada um tem uma personalidade. O egoísmo em querer que as coisas sejam feitas da minha maneira, é que geram conflitos no relacionamento ou acabam por anular a personalidade do outro. É triste quando você está em um relacionamento com alguém onde você não pode ser você mesmo.

3.  TORNAR-SE UMA SÓ CARNE: Fisicamente (relação sexual), emocionalmente, espiritualmente, intelectualmente, financeiramente, e de outras formas possíveis. É sentir as dores um do outro, é ser altruísta, valorizar os sentimentos do seu cônjuge e senti-los também. 
a. Fisicamente: o amor sexual não visa somente a procriação, mas visa o enriquecimento do casamento.
b. Espiritualmente: é você, esposa, apoiar a missão do seu marido, e cobrindo a vida dele com orações. É você, marido, chamar sua esposa para a missão que Deus te deu, compartilhar com ela, conversar sobre os projetos.
c. Financeiramente: é não visar o bem adquirido como sendo somente “meu”.
d. Intelectualmente: Aprender a lidar com a situação pensando como outro agiria.

4. ESTAVAM NUS, E NÃO SE ENVERGONHAVAM: Adão e Eva não se envergonhavam porque a maldade não fazia parte do contexto de vida deles, logo, quando o pecado foi concebido eles se envergonharam e se esconderam (Gn 3:7-8). Porque quando o pecado entra no relacionamento traz consigo a vergonha, o constrangimento, a frieza, gerando assim, a falta de intimidade. Falta de intimidade gera sinais como estes:

- Sentimento de vingança: “Não torneis a ninguém mal por mal; esforçai-vos por fazer o bem perante todos os homens; se possível, quando depender de vós, tende paz com todos os homens”Rm 12:17-18
- Impaciência: “Ora, o Deus da paciência e da consolação vos conceda o mesmo sentir de uns para com os outros, segundo Cristo Jesus.” Rm 15:5 
- Falta de perdão (jogar as coisas passadas na discussão presente): “A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, exceto o amor com que vos ameis uns aos outros, pois quem ama o próximo tem cumprido a lei.” Rm 13:8

“ Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem e não faz nisso está pecando”. Tg 4:17

Conclusão: Quando uns desses alicerces estão desajustados, desalinhados ao propósito de Deus para a união conjugal, o resultado sempre será sofrimento, dores, feridas, amarguras e divórcios.
Não importa o tempo que você está no casamento. Você está no relacionamento mais importante que duas pessoas podem ter.


"Fazer a vida de meu cônjuge melhor é a base do amor" Gary Chapman



Graça e Paz Amados.
Prs. Eudair e Nínive Alves.


Dois senhores ou um só Senhor e Deus?



O Senhor nos criou para que vivêssemos a aliança conjugal em toda a sua plenitude para que sejamos felizes.
Mas o que tem ocorrido nos casamentos atualmente? Pessoas, simplesmente dizem não se amar mais, dizem não tolerar mais, quererem ficar sozinhas... Aonde tem ocorrido erros? Porque casamentos tem fracassados?

“Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração [com a alma], como [alguma feita] para o Senhor e não para homens. Cientes [com toda certeza] de que receberás do Senhor [e não dos homens] a recompensa [real] da herança. A Cristo, o Senhor, é que estais [na verdade] servindo.” Colossenses 3:23-24

Não basta falar que amamos nosso cônjuge. O cumprimento do amor deve encontrar algum serviço através do qual fluir. Uma caminhada em amor deve ser mais do que palavras.
Como podemos dizer que amamos nosso cônjuge, se nunca queremos fazer nada por ele?

Nessa passagem de Colossenses vemos claramente o Senhor trabalhando em nós o serviço. Deus diz em Sua palavra que tudo quanto fizermos, seja para quem for, precisamos fazer com todo o nosso coração, com a nossa alma empenhada, ou seja, com as nossas emoções, vontades e pensamentos controlados por um espírito servil. E, que quando servimos o nosso próximo, na verdade é ao Senhor a quem estamos servindo.
Existem muitos cônjuges equivocados em sua maneira de pensar e agir dentro da aliança conjugal.

Muitos casamentos tem fracassado, porque aqueles que estão na aliança, não entenderam ainda que se casaram e se uniram para que promovessem a felicidade um do outro.

Existem dois grandes fundamentos sobre relacionamentos:
1º.                   Em qualquer relacionamento existem problemas, inclusive no casamento. O casamento não é um escape de problemas, no qual você se cansou de conviver com seus familiares e resolveu se casar porque já não aguentava mais as cobranças da mãe ou os bate-bocas com o pai.
2º.                  O casamento não é um conto de fadas, onde a princesa sempre está linda, deslumbrante, cheirosa, delicada, com suas unhas e cabelos sempre perfeitos, e de repente é socorrida por um belo príncipe montado em um lindo cavalo branco que nunca ficará careca, que nunca ficar barbudo, que nunca vai ter chulé, jamais se achará nele cecê, sempre cheio de elogios para ela, ..., e vão viver felizes para sempre em um lindo castelo onde sempre se encontram servos e servas para servi-los.

Casamentos passam por estações, e assim como Deus é perfeito em tudo o que Ele faz, como o clima no casamento são necessárias as estações, inclusive o inverno, que é a estação mais seca e fria, pois o inverno, serve para renovação interna de alguns animais e principalmente das plantas. O Inverno limpa, renova, purifica a terra para seu futuro uso e proveito durante o restante do ano. Então até a estação mais crítica do ano vamos encontrar nela um grande proveito.

Nos tempos de hoje, temos visto em muitos casamentos, uma dificuldade muito grande de servir um ao outro.  

Pessoas estão em busca da felicidade. Elas querem ser felizes.

A verdadeira felicidade conjugal só acontece quando deixamos de lado o egoísmo, a necessidade de que tudo precisa girar em torno do “eu”. Numa aliança bem sucedida, não existe mais “eu”, existe “nós”; não existem mais dois senhores, existe um só Senhor e Deus, e é Ele quem dita às regras dessa aliança.

Em Gálatas 5:13 diz Servi-vos uns aos outros em amor”. Este é o segredo da convivência feliz.

Mostremos mais interesse na felicidade um do outro, servindo com alegria, plantando a cada dia uma semente de amor, deixando com que flua em nossos lares sempre um ambiente emocional positivo, buscando em DEUS, o pleno entendimento de que 1 Coríntios 13:4-7: “O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.”

"No entanto, não devemos exigir o ideal; em vez disso, devemos construir juntos o ideal." Gary Chapman


Graça e Paz.
Pra. Nínive Alves.

5 DE MARÇO

"Quando eu vir o sangue, passarei adiante." Êxodo 12.13 O sangue nas vigas da porta nos lembra [...] que não foi M...